O Que cremos
Cremos, dentre outras verdades, que:
1 - Jesus Cristo é o Rei e Cabeça da Igreja. Reúne em Si,
eminentemente, todos os ofícios da Igreja; e à Sua majestade
divina pertence o governá-la e ensiná-la pela obra do Espírito
Santo e por meio das Escrituras do Antigo e Novo Testamento e,
ainda, pela instrumentalidade do ministério dos homens.
Como tal, conhece os dons necessários à existência e edificação
da Igreja, provendo-a dos Oráculos Divinos, de ofícios e de
ordenanças.
2 - Desde a Sua ascensão, Jesus Cristo está espiritualmente
com Sua Igreja; e, pelo Espírito Santo, aplica eficazmente
os benefícios de Seus dons.
3- A Igreja subsiste em várias comunhões ou denominações,
diferenciadas por peculiaridades de doutrina e organização.
São legítimos ramos da Igreja de Cristo todas as comunhões
que mantêm em seus símbolos doutrinais dogmas expressos
estabelecendo o seguinte:
- A aceitação das doutrinas contidas no
Credo Apostólico;
- A Inspiração da Bíblia na sua integridade como
única regra de fé e prática;
- A Divindade de Jesus;
- A Salvação
só por Cristo;
- A Imortalidade da alma;
- O Castigo Eterno dos
ímpios;
- E, além desses principios doutrinários, a pregação fiel
da Palavra de Deus, a celebração permanente das ordenanças cristãs
e um padrão de vida moral mantido pelo exercício da disciplina
bíblica. (Constituição e Ordem, arts. 4º - 6º).
Nossos padrões doutrinários e de governo:
A Igreja tem as Escrituras Sagradas do Antigo e Novo Testamentos
como a única regra de fé e prática, adota o regime presbiteriano
de governo, aceita os Símbolos de Westminster (Confissão de Fé,
Catecismo Maior e Breve Catecismo, tradução brasileira) como seu
sistema doutrinário e rege-se pela sua Constituição e Ordem.
Tem como princípio denominacional o reconhecimento de que a adoção
rigorosa e a defesa intransigente das doutrinas reveladas nas
Sagradas Escrituras, e sistematizadas nos Símbolos de Fé por ela
aceitos, constituem a base fundamental de toda a vida cristã, o
motivo único e permanente de sua pregação e o caminho natural
de conduzir o homem à salvação em Cristo. É, pois, uma igreja
rigorosamente ortodoxa; e, por força disto, declara incompatível
com a profissão de fé evangélica a aceitação de qualquer sistema
filosófico ou religioso que pretenda atingir os mesmos objetivos
do Cristianismo por outros meios que não sejam apenas os
estabelecidos pela Palavra de Deus.
(Constituição e Ordem, Introdução Geral, 2 e 3)